Foto: João Paulo Gonçalves

Com os lemas “Não me envergonho do Evangelho de Cristo” e “Pela família e pelo Brasil”, acontece a partir das 14h deste sábado (25) a edição de 2018 da Marcha para Jesus em Campo Grande, com a intenção de pelo menos repetir o público do ano passado –quando 115 mil pessoas participaram de ao menos parte do percurso. O evento terá início na Praça do Rádio Clube, de onde os participantes seguirão pela avenida Afonso Pena até a região do Shopping Campo Grande, onde boa parte das atrações da Marcha se apresentará em palco montado na região da Via Parque

Repetindo a fórmula de anos anteriores, além de atrações musicais locais, apresentam-se na Capital os cantores Priscilla Alcantara e Thalles Roberto e a banda gospel Discopraise. Uma vigília foi marcada para a noite desta sexta na Praça do Rádio, de onde integrantes de igrejas participantes da Marcha para Jesus seguiriam para escolas, hospitais e outros locais a fim de orar e mobilizar fiéis.

Primeiro vice-presidente do ConsepaCG (Conselho de Pastores de Campo Grande), o pastor Ronaldo Batista, da 1ª Igreja Evangélica Batista, afirma que “aproximadamente duas mil comunidades evangélicas estão envolvidas na Marcha para Jesus deste ano. Esperamos repetir ou, quem sabe, superar um pouco do público do ano passado”, destacou. As igrejas envolvidas pertencem a diferentes designações –Batista, Presbiteriana, Luterana, Neo-pentecostais e outras.

Segundo ele, os lemas da Marcha vêm sendo defendidos ao longo dos últimos anos, centrando-se em bandeiras do segmento evangélico “pela vida e pela família”. Ao longo da Marcha, serão feitas paradas a fim de que os presentes “orem pelo Brasil, pedindo a Deus que faça obras por nossa terra, por nossa Economia, que está sendo prejudicada e que atinge muitas famílias. Pediremos por nossa ‘saúde, educação, segurança”.

Período eleitoral – Devido ao potencial de atrair milhares de pessoas às ruas de Campo Grande, a Marcha acaba visada por movimentos políticos, inclusive em períodos de disputa eleitoral. Nesse sentido, o pastor Ronaldo afirma que serão tomadas precauções “até por preocupação com a lei”.

Entre elas, está a proibição de que candidatos subam nos veículos de som ou discursem para os presentes. Ele reforça que a celebração não visa a apontar preferência por um nome específico do movimento evangélico.

“Não é um momento para se defender este ou aquele candidato, até porque há representantes em diferentes partidos, e isso dividiria o foco”. Ele reforçou, porém, que o combate à corrupção está entre as mensagens difundidas entre os cristãos. “Vamos pedir a Deus para que possamos estabelecer lideranças comprometidas com o povo”.

Fonte:  Campo Grande News

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